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Professora é indicada a prêmio internacional por pesquisa sobre câncer


 “O grupo trabalha atualmente com o desenvolvimento de sistemas para detecção de biomarcadores de proteínas relacionadas ao câncer e ao diagnóstico de doenças raras”, completa Juliana.

Prêmio Internacional

Por causa das restrições pela pandemia, o prêmio foi em cerimônia online, entre os dias 18 e 20 de julho. Uma professora brasileira foi indicada para receber o Prêmio Internacional de Pesquisa em Oncologia e Câncer, na categoria ‘Melhor Pesquisa’.

Juliana Inaba é professora de Química na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná. A pesquisa dela fala sobre o potencial tratamento contra o câncer, a partir de algas marinhas.

“Esta indicação é um reconhecimento dos nossos esforços contínuos para a execução de projetos de pesquisa de ponta, com resultados impactantes na comunidade científica”, disse a professora.

O estudo

 Para Juliana, ter o nome dela associado a uma premiação tão grande para a medicina, só eleva o potencial dos cientistas e dos estudos brasileiros.

“Esta indicação é um reconhecimento dos nossos esforços contínuos para a execução de projetos de pesquisa de ponta, com resultados impactantes na comunidade científica”, diz a professora.

Juliana explica que o grupo dela descobriu que é possível tratar tumores malignos com o polissacarídeo sulfatado Porfirana, que é popularmente conhecido como Nori, a alga utilizada para o preparo de sushis.

A alga consegue reduzir e estabilizar a evolução da E além da Juliana, outras duas cientistas também desenvolveram um tratamento para o câncer, mas dessa vez a partir do zika vírus.

O artigo se chama “Nanopartículas de prata com cobertura de porfirano como um agente antibacteriano promissor e modificador de eletrodo para eletroanálise de 5-fluorouracil” (traduzido do inglês).

 A pesquisa foi feita em parceria com o Gebb e o Grupo de Eletrodos Modificados (GDEM), sob liderança das professoras Karen Wohnrath e Christiana Pessôa.

 Com informações de Bem Paraná


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